A leucemia viral felina (FeLV) permanece como uma das retroviroses de maior repercussão clínica e epidemiológica na medicina felina. Embora o avanço das tecnologias laboratoriais tenha permitido maior sensibilidade e especificidade ao longo das últimas décadas, a complexidade biológica dos diferentes subgrupos virais (A, B e C) indica que o diagnóstico baseado em um único alvo molecular ou antigênico não é suficiente para capturar toda a variabilidade da infecção.